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	<title>Luciana Schiavo &#187; autoridade</title>
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	<description>Mensagens de Luz</description>
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		<title>Exemplificando sempre</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 13:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Schiavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de Luz]]></category>
		<category><![CDATA[autoridade]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo]]></category>
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		<description><![CDATA[Narra-se que, certa vez, uma jovem indiana, desejando que seu filho tivesse saúde invejável, decidiu que seria importante para ele deixar de comer açúcar.
Acreditava que o açúcar era um produto que agredia o organismo. Afinal, ele possibilitava o aparecimento de cáries, além de ser um produto que facultaria à criança uns quilos a mais.
Por largo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Narra-se que, certa vez, uma jovem indiana, desejando que seu filho tivesse saúde invejável, decidiu que seria importante para ele deixar de comer açúcar.<br />
Acreditava que o açúcar era um produto que agredia o organismo. Afinal, ele possibilitava o aparecimento de cáries, além de ser um produto que facultaria à criança uns quilos a mais.<br />
Por largo tempo ela falou ao filho para deixar de consumir o produto. Mas, a criança adorava açúcar e não o dispensava, deliciando-se com os doces mais variados.<br />
Finalmente, a mãe procurou o Mahatma Gandhi e contou seu problema, pedindo que ele, com sua grande autoridade, falasse ao filho. Com certeza, ele seria ouvido e atendido pelo menino.<br />
O sábio não afirmou que ela estava certa, nem errada. Contudo, pediu-lhe um prazo de 15 dias. Decorrido o tempo, ela deveria retornar com o filho até ele.<br />
A mulher se foi, com a alma embalada pelas mais suaves esperanças. Os dias demoraram a passar. Até que chegou o dia marcado para pôr fim à ansiedade da indiana.<br />
Ela tomou o filho pela mão e o levou até a presença de Gandhi, que se demorou a falar com o garoto, por mais de uma hora.<br />
Terminado o diálogo, Gandhi se despediu do pequeno e devolveu-o à sua mãe.<br />
A mulher estava muito curiosa. E, assim que pôde, perguntou ao Mahatma porque ele a fez esperar quinze dias, para só depois conversar com a criança.<br />
É muito simples, respondeu Gandhi. Há quinze dias eu também consumia açúcar e precisava do prazo para abandonar o hábito, pois se não o fizesse, não teria autoridade moral para lhe pedir que o evitasse.<br />
*   *   *<br />
A utilização ou não do açúcar na dieta alimentar não é o mais importante, no caso em pauta. O que se deve levar em conta é o fator exemplo.<br />
O ilustre Gandhi não se sentia à vontade para pedir a uma criança que deixasse de fazer alguma coisa, se ele mesmo ainda a fazia.<br />
Não desconhecia ele que, enquanto as palavras comovem multidões, o exemplo as arrasta.<br />
Pensemos em quantas vezes temos tentado modificar os hábitos dos outros, utilizando-nos simplesmente das recomendações ponderadas, sem nos prendermos ao fato de que não estamos exemplificando corretamente.<br />
Dizer e fazer. Duas ações importantes. A segunda, com certeza, de peso seguro para a educação mais acertada.</p>
<p>Desejo uma semana de muita energia!!!</p>
<p>Com carinho,</p>
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