<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Luciana Schiavo &#187; flor</title>
	<atom:link href="http://luciana.schiavo.com.br/tag/flor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://luciana.schiavo.com.br</link>
	<description>Mensagens de Luz</description>
	<lastBuildDate>Mon, 12 Sep 2016 19:50:16 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A pipa e a flor</title>
		<link>http://luciana.schiavo.com.br/mensagens-de-luz/a-pipa-e-a-flor/</link>
		<comments>http://luciana.schiavo.com.br/mensagens-de-luz/a-pipa-e-a-flor/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2015 18:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Schiavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de Luz]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[ciúme]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[feliz]]></category>
		<category><![CDATA[flor]]></category>
		<category><![CDATA[inveja]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://luciana.schiavo.com.br/?p=652</guid>
		<description><![CDATA[A pipa e a flor
Os caminhos do amor
(Rubem Alves)
Poucas pessoas conseguiram definir tão bem os caminhos do amor como Rubens Alves, numa fábula surpreendente, cujos personagens são uma pipa e uma flor.
A história começa com algumas considerações de um personagem que deduzimos ser um velho sábio. Ele observa algumas pipas presas aos fios elétricos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pipa e a flor<br />
Os caminhos do amor<br />
(Rubem Alves)</p>
<p>Poucas pessoas conseguiram definir tão bem os caminhos do amor como Rubens Alves, numa fábula surpreendente, cujos personagens são uma pipa e uma flor.</p>
<p>A história começa com algumas considerações de um personagem que deduzimos ser um velho sábio. Ele observa algumas pipas presas aos fios elétricos e aos galhos das árvores e afirma que é triste vê-las assim, porque as pipas foram feitas para voar. Acrescenta que as pessoas também precisam ter uma pipa solta dentro delas para serem boas. Mas aponta um fator contraditório: para voar, a pipa tem que estar presa numa linha e a outra ponta da linha precisa estar segura na mão de alguém. Poder-se-ia pensar que, cortando a linha, a pipa pudesse voar mais alto, mas não é assim que acontece. Se a linha for cortada, a pipa começa a cair.</p>
<p>Em seguida, ele narra a história de um menino que confeccionou uma pipa. Ele estava tão feliz, que desenhou nela um sorriso. Todos os dias, ele empinava a pipa alegremente. A pipa também se sentia feliz e, lá do alto, observava a paisagem e se divertia com as outras pipas que também voavam.</p>
<p>Um dia, durante o seu vôo, a pipa viu lá embaixo uma flor e ficou encantada, não com a beleza da flor, porque ela já havia visto outras mais belas, mas alguma coisa nos olhos da flor a havia enfeitiçado. Resolveu, então, romper a linha que a prendia à mão do menino e dá-la para a flor segurar. Quanta felicidade ocorreu depois! A flor segurava a linha, a pipa voava; na volta, contava para flor tudo o que vira.</p>
<p>Acontece que a flor começou a ficar com inveja e ciúme da pipa. Invejar é ficar infeliz com as coisas que os outros têm e nós não temos; ter ciúme é sofrer por perceber a felicidade do outro quando a gente não está perto. A flor, por causa desses dois sentimentos, começou a pensar: se a pipa me amasse mesmo, não ficaria tão feliz longe de mim&#8230;</p>
<p>Quando a pipa voltava de seu vôo, a flor não mais se mostrava feliz, estava sempre amargurada, querendo saber com que a pipa estivera se divertindo. A partir daí, a flor começou a encurtar a linha, não permitindo à pipa voar alto. Foi encurtando a linha, até que a pipa só podia mesmo sobrevoar a flor.</p>
<p><strong>Esta história, segundo conta o autor, ainda não terminou e está acontecendo em algum lugar neste exato momento.</strong></p>
<p>Há três finais possíveis para ela:</p>
<p>1 &#8211; A pipa, cansada pela atitude da flor, resolveu romper a linha e procurar uma mão menos egoísta.</p>
<p>2 &#8211; A pipa, mesmo triste com a atitude da flor, decidiu ficar, mas nunca mais sorriu.</p>
<p>3 &#8211; A flor, na verdade, era um ser encantado. O encantamento quebraria no dia em que ela visse a felicidade da pipa e não sentisse inveja nem ciúme. Isso aconteceu num belo dia de sol e a flor se transformou numa linda borboleta e as duas voaram juntas.</p>
<p><strong> Particularmente, eu fico com a terceira hipótese.</strong></p>
<p>Desejo um final de semana iluminado!!!</p>
<p>Com carinho,</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://luciana.schiavo.com.br/mensagens-de-luz/a-pipa-e-a-flor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
