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	<title>Luciana Schiavo &#187; perfume</title>
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	<description>Mensagens de Luz</description>
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		<title>Feliz Dia das Mães!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 17:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Schiavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de Luz]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
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		<description><![CDATA[(Texto extraído do site Velho Sábio)
Muito se fala a respeito das mães e do poder do seu amor. Um dos casos mais significativos, com certeza, foi o que relatou a doutora Elisabeth Kubler-Ros.
No hospital onde trabalhava, encontrou uma senhora portadora de uma doença terrível e que já havia internada dez vezes.
Cada vez passava um período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Texto extraído do site Velho Sábio)</p>
<p>Muito se fala a respeito das mães e do poder do seu amor. Um dos casos mais significativos, com certeza, foi o que relatou a doutora Elisabeth Kubler-Ros.</p>
<p>No hospital onde trabalhava, encontrou uma senhora portadora de uma doença terrível e que já havia internada dez vezes.</p>
<p>Cada vez passava um período no centro de terapia intensiva e todos, médicos e enfermeiras, apostavam que ela iria morrer. </p>
<p>Contudo, após as crises, melhorava e voltava para casa.</p>
<p>O pessoal do hospital não entendia como aquela mulher continuava resistindo e não morria.</p>
<p>Então, certo dia, a senhora Schwartz explicou que o seu marido era esquizofrênico e agredia o filho mais moço, então com dezessete anos, cada vez que tinha um dos seus ataques. </p>
<p>Ela temia pela vida do filho, caso ela morresse antes que o menino alcançasse a maioridade. Se morresse, o marido seria o único tutor legal do filho. Ela ficava imaginando o que aconteceria com o rapaz nas mãos de um pai com tal problema.</p>
<p>É por isso que ainda não posso morrer?, concluiu.</p>
<p>O que mantinha aquela mulher viva, o que lhe dava forças para lutar contra a morte, toda vez que ela se apresentava, era exatamente o amor ao filho.</p>
<p>Como deixá-lo nessas circunstâncias? </p>
<p>Por isso, ela lutava e lutava sempre.</p>
<p>A doutora, observando emocionada o sofrimento físico e moral daquela mulher, resolveu ajudá-la, providenciando um advogado para que aquela mãe, tão preocupada, transferisse a custódia do menino para um parente mais confiável.</p>
<p>Aliviada, a paciente deixou o hospital infinitamente agradecida por poder viver em paz o tempo que ainda lhe restava. Agora, afirmou, quando a morte chegar, estarei tranquila e poderei partir. Ela ainda viveu pouco mais de um ano, depois abandonou o corpo físico, em paz, quando o momento chegou.</p>
<p>A história nos faz recordar de todas as heroínas anônimas que se transformam em mães, em nome do amor. </p>
<p>Daquelas que trabalham de sol a sol, catando papel nas ruas, trabalhando em indústrias ou fábricas e retornam para o lar, no início da noite para servir o jantar aos filhos pequenos. Supervisionar as lições da escola, cantar uma canção enquanto eles adormecem em seus braços.</p>
<p>E as mães de portadores de deficiências física e mental que dedicam horas e horas, todos os dias, exercitando seus filhos, conforme a orientação dos profissionais, apenas para que eles consigam andar, mover-se um pouco, expressar-se.</p>
<p>Mães anônimas, heroínas do amor. Todos nós, que estamos na terra, devemos a nossa existência a uma criatura assim. E quantos de nós temos ainda que agradecer o desenvolvimento intelectual conquistado, o diploma, a carreira profissional de sucesso, a maturidade emocional, fruto de anos de dedicação incomparável.</p>
<p>Quem desfruta da alegria de ter ao seu lado na terra sua mãe, não se esqueça de honrar lhe os dias com as flores de gratidão. Se os dias de velhice já a alcançaram, encha-lhe os dias de alegria. Acaricie os seus cabelos nevados com a ternura das suas mãos.</p>
<p>Lembre a ela que a sua vida se enobrece graças aos seus exemplos signos, os sacrifícios sem conta, as lágrimas vertidas dos seus olhos.<br />
E, colhendo o perfume leve da manhã, surpreenda-a dizendo: bendita sejas sempre, minha MÃE. </p>
<p>Desejo um Lindo e Feliz Dia das Mães!</p>
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		<title>Reflexão</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 14:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Schiavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de Luz]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[carinho]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[doação]]></category>
		<category><![CDATA[flores]]></category>
		<category><![CDATA[perfume]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem oferece flores está sempre perfumado
A frase é uma das muitas adaptações já sofridas por um possível provérbio chinês antigo.
Em outra versão lê-se que um pouco de perfume sempre fica nas mãos de quem oferece flores.
Na essência dessa ideia está o ensino de que somos nós os maiores beneficiados por uma boa ação praticada, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem oferece flores está sempre perfumado</p>
<p>A frase é uma das muitas adaptações já sofridas por um possível provérbio chinês antigo.<br />
Em outra versão lê-se que um pouco de perfume sempre fica nas mãos de quem oferece flores.<br />
Na essência dessa ideia está o ensino de que somos nós os maiores beneficiados por uma boa ação praticada, por uma doação, por um gesto de carinho.<br />
Quem recebe as flores poderá se perfumar ou não, se encantar ou não, ficar agradecido ou dar pouca importância.<br />
Porém, quem oferece o ramalhete já está perfumado.<br />
Não temos controle sobre a reação do outro. Não sabemos se irá aproveitar bem, se saberá dar o verdadeiro valor àquilo que fizemos ou dissemos.<br />
Mas, ao tomar a decisão de colher as rosas já estamos nos encharcando de sua essência delicada e bela.<br />
Depois, transportando-as e permanecendo em sua companhia por um tempo, presenteamos nossos próprios olhos e pensamentos com imagens floridas.<br />
Por vezes nos preocupamos em demasia em como o outro irá receber, se saberá valorizar, se saberá agradecer, e acabamos intranquilizando a alma.<br />
A alma de quem oferece florescências não precisa se angustiar, pois já está mergulhada no bem, inundada de amor, do verdadeiro amor, aquele que não espera retorno nem reconhecimento.<br />
É claro que sempre torcemos pelo sorriso no rosto de quem recebeu nosso presente, como se ele fosse a confirmação de que nossa ação foi nobre.<br />
Porém, a confirmação maior está em nossa consciência, que sempre nos avisa, que sempre nos sinaliza quando estamos no caminho dos sentimentos nobres.<br />
Aí está o pouco de perfume que permanece em nossas mãos.<br />
Sempre saímos ganhando quando nos doamos, quando nos preocupamos com o outro. Essa é uma das grandes bênçãos da caridade &#8211; ela nos preenche.<br />
Igualmente, se pensarmos pelo lado negativo, das ações maléficas, imaginemos mãos cheias de lama, prontas para atirar no outro.<br />
Quem atira a lama já está coberto dela. É o primeiro que se suja e se prejudica e, mesmo que a jogue longe, mirando em algo ou alguém, sempre permanecerá com as mãos lamacentas.<br />
Isso nos leva a entender que sempre temos a escolha: de estar com as mãos perfumadas ou cheias de lama.</p>
<p>Desejo uma semana iluminada!</p>
<p>Com carinho,</p>
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