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	<title>Luciana Schiavo &#187; pescador</title>
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		<title>Oportunidades diárias</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 14:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Schiavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de Luz]]></category>
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		<description><![CDATA[Narra uma lenda chinesa que, às margens de imenso rio, vivia um pescador muito pobre.
Mal o rosto dourado da manhã se abria em sorrisos e as mãos brincalhonas da brisa matinal começavam a espalhar perfumes, ele se levantava e seguia para o rio.
As aves voavam alegres pelos ramos das árvores, em gorjeios maviosos. Mas nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Narra uma lenda chinesa que, às margens de imenso rio, vivia um pescador muito pobre.<br />
Mal o rosto dourado da manhã se abria em sorrisos e as mãos brincalhonas da brisa matinal começavam a espalhar perfumes, ele se levantava e seguia para o rio.<br />
As aves voavam alegres pelos ramos das árvores, em gorjeios maviosos. Mas nada disso animava o pescador.<br />
Ele andava lento, depois de se levantar com preguiça. Tomava o café matinal sem prestar atenção ao pão que fora servido, com carinho.<br />
Com má vontade, naquela manhã, como em tantas outras, ele pegou suas redes de pesca, os apetrechos necessários e foi para o barco.<br />
O dia prometia ser maravilhoso. A mãe natureza se esmerava em preparar um detalhe diferente, para que a reprise do dia anterior não fosse total. Um detalhe, afinal, é sempre muito importante.<br />
Mas o pescador nada via. Foi resmungando para o barco. Sentou-se meio a contragosto, sempre reclamando e sentiu alguma coisa no chão. Sem olhar, apalpou com a mão direita. Encontrou uma sacolinha com pedras miúdas.<br />
Distraído, sem ânimo para iniciar o trabalho da pesca, começou a jogar as pequenas pedras no rio, aguardando a chegada do sol.<br />
Jogou uma a uma, divertindo-se com as ondulações que se desenhavam na superfície das águas.<br />
Finalmente, o sol apareceu soberano, rasgando a escuridão da noite, com o seu punhal de luz.<br />
Agora havia calor e muita luminosidade. O novo dia abriu seu manto de belezas para que todos o pudessem apreciar.<br />
O pescador, ao pegar a última pedra, verificou que ela cintilava, refletindo os raios do sol. Examinando melhor, percebeu que se tratava de um diamante, explodindo claridade e beleza.<br />
Levantou-se depressa e sacudiu a sacolinha. Estava vazia. Dando-se conta que jogara no rio uma imensa riqueza, O pescador se pôs a gritar, esbravejar, acusando todas as pessoas e o mundo por sua desgraça.<br />
Sentia-se infeliz e amargurado. Perdera um grande tesouro. Jogara tudo no rio.<br />
E, enquanto gritava e se desesperava, nem se deu conta de que ainda possuía nas mãos a última pedra preciosa.<br />
*   *   *<br />
Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença, você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá esta semana.<br />
Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo.<br />
Se você tem a ventura de frequentar um templo religioso, de seguir uma religião sem o medo de ser preso, torturado ou morto, você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo.<br />
Se você tem comida na geladeira, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento das pessoas do mundo.<br />
Por tudo isso, não se esqueça de agradecer a Deus a oportunidade da vida, da saúde, da liberdade e de todas as outras bênçãos de que você desfruta.<br />
(Redação  do Momento Espírita)</p>
<p>Desejo uma semana de muita sabedoria!<br />
Com carinho,</p>
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