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	<title>Luciana Schiavo &#187; razão</title>
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	<description>Mensagens de Luz</description>
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		<title>O que acontece no meio</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2012 14:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Schiavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de Luz]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é  o que importa.
No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é  o que importa.</p>
<p>No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo. </p>
<p>Que a primeira metade da  vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente  aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início.</p>
<p>Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez  em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro.</p>
<p>Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.<br />
No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais.</p>
<p>Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.<br />
Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa.</p>
<p>Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão.<br />
Quase? Ora, é sempre mais forte.<br />
No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio.</p>
<p>Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.<br />
Que adultos se divertem muito mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio. </p>
<p>No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo). </p>
<p>Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do prazer, há outras coisas que também levam ao êxtase: um poema, um gol, um show, um beijo. </p>
<p>No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário.<br />
Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade.</p>
<p>E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.</p>
<p>Texto de Martha Medeiros</p>
<p>Desejo uma linda semana!!!</p>
<p>Com carinho,</p>
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		<title>Viver como as flores</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 20:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Schiavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens de Luz]]></category>
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		<description><![CDATA[- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores, advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? &#8211; perguntou o discípulo.
Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes.<br />
Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.<br />
- Pois viva como as flores, advertiu o mestre.<br />
- Como é viver como as flores? &#8211; perguntou o discípulo.<br />
Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.  Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.<br />
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.<br />
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.<br />
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. </p>
<p>Isso é viver como as flores.</p>
<p>Autor desconhecido</p>
<p>Desejo uma semana de muita luz!</p>
<p>Com carinho,</p>
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