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Para poder vencer, você precisa estar disposto a perder. Se passar a vida inteira com medo do fracasso, é exatamente isso que conseguirá.

A vida oferece riscos desde o momento do nascimento. Não importa onde você viva, o tipo de trabalho que tenha ou quanto dinheiro possua, sempre vão existir riscos. Não dá para escapar! Eles podem ser emocionais, físicos, financeiros ou sociais. É impossível viver sem riscos. O que temos de aprender é como fazê-los valer a pena.

Seria loucura nos arriscarmos sem a possibilidade de ganhar algo, e ainda mais se deixássemos o medo de falhar nos impedir de agir. Considere o seguinte: você chegou até aqui apesar de todos os riscos e, pelo caminho, aprendeu algumas coisas. Logo, já deve ter falhado, mas não morreu devido a isso.

Então, seja qual for seu objetivo, corra atrás dele! Viver é arriscado de qualquer forma, por isso procure os riscos que tragam as maiores recompensas. Escolha um desafio e se dedique totalmente a ele. Fique em pé, seja diferente e conquiste seus sonhos.

Mirar alto é bom e é necessário. Mas o sucesso é a soma de pequenos passos. Como um atleta em treinamento, você começará andando, depois andando depressa, depois correndo.

Revista Motivação

Desejo uma semana maravilhosa!!!

Com carinho,

A OBSESSÃO PELO MELHOR
Por Leila Ferreira, jornalista mineira com mestrado em Letras e doutora em comunicação em Londres, que optou por viver uma vida mais simples, em Belo Horizonte

Estamos obcecados com “o melhor”.
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do “melhor”.
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta.
O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com “o melhor”.
Isso até que outro “melhor” apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.
Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter.
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros…) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o “melhor chef”?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo “melhor cabeleireiro”?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados ansiosos e nos impedido de desfrutar o “bom” que já temos.
A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens “perfeitos”.
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar à chance de estar perto de quem amo…
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
Ou será que isso já é o melhor e na busca do “melhor” a gente nem percebeu?

Sofremos demais pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos.
Shakespeare

Desejo uma semana iluminada!!!

Com carinho,

A grande borboleta
Leve numa asa a lua
E o sol na outra
E entre as duas a seta
A grande borboleta
Seja completamente solta
Às vezes, queremos que as coisas aconteçam num tempo em que ainda não estamos preparados.
Falta-nos paciência, perseverança. Esses são os nomes das asas da borboleta. É bem provável que nossa ansiedade queira que isso ocorra mais cedo do que o necessário.
Buscamos caminhos alternativos para conseguir o que nos parece essencial. Entretanto, o caminho mais curto não prepara para o vôo. Consequência: não se consegue usufruir plenamente das potencialidades das “asas”.
Muitas vezes, buscamos ajuda para um caminho mais fácil e esquecemos que nosso tempo chega com o esforço de quem quer, de fato, romper a crisálida. Às vezes, estamos no tempo de “estar na crisálida”.
Já somos borboletas, mas nos falta romper os limites do casulo. Isso requer paciência, persistência e fortalecimento das “asas”. Converse, relacione se, veja as experiências que estão ao redor.
Aquiete-se estude, trabalhe viva com intensidade. Um dia, quando olharmos para trás, veremos que o tempo trouxe competências que não tínhamos. Habilidades inimagináveis, maturidade, força e beleza.
Aí, é só abrir as asas e voar. O tempo do casulo nos fez deixar de ser lagartas.
O tempo para sair dele nos fez pensar como borboletas. Aquelas têm a firmeza do chão… Infinitas possibilidades dos céus.
Paz e vida longa!
(Autor desconhecido)

Desejo uma semana iluminada!

Com carinho,

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