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Era uma vez um jovem que caminhava ao lado do seu mestre. Ele perguntou:
– Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes, outras mentirosas… sofro com as que caluniam…
– Pois viva como as flores! – advertiu o mestre.
– Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
– Repare nestas flores – continuou o mestre – apontando lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas…
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros nos importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora…

Não se deixe contaminar por tudo aquilo que o rodeia… Assim, você estará vivendo como as flores!

*Esta pérola da sabedoria popular demonstra a filosofia dos sábios cuja única escola foi a da Vida. Pessoas incríveis a quem deveríamos chamar de filósofos do cotidiano. Como devemos a estas pessoas…

Com carinho,

Reflexão

“Você pode pensar que dar pequenos passos parece não trazer resultados…

Não é verdade!

É melhor dar muitos pequenos passos na direção certa, do que não dar nenhum.

Mantenha-se movendo e você vai vencer os obstáculos.

Mesmo que você não veja os resultados imediatamente, não desista, porque cada pequeno passo que você dá está transformando a realidade de maneira que você nunca poderia imaginar.”

(Autor desconhecido)

Desejo uma semana iluminada!!!

Com carinho,

“Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha. Ela era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o seu tamanho. Fiquei observando e notei que a formiga a carregava com muito sacrifício. Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça e quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair e rolar também a formiga. Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa.

Até que ela chegou a um pequeno buraco, e devia ser a porta de sua casa. Foi quando pensei: “Até que enfim, ela conseguiu!” Na verdade, havia apenas terminado uma etapa, pois a folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora, para entrar sozinha.

Foi aí que disse a mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada”. Lembrei-me ainda do ditado popular: “Nadou, nadou e morreu na praia”.

Mas a pequena formiga me surpreendeu.

Naquele momento saíram do buraco outras formigas, e todas começaram a cortar a folha em pequenos pedaços. Elas pareciam alegres na tarefa e em pouco tempo, a grande folha havia se transformado em pequenos pedaços que eram transportados facilmente para dentro do buraco. Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências.

Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades? Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carrega-la. Invejei a força daquela formiga.

Transformei minha reflexão em oração e pedi a Deus:

- Que me desse a tenacidade para enfrentar as dificuldades.

- Que me desse a perseverança para não desanimar diante das quedas.

- Que eu tivesse sabedoria para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta pesado demais.

- Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.

- Que eu não desistisse da caminhada, mesmo quando os ventos contrários me fazem cair, transformando em dúvidas as minhas esperanças de sucesso; mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consiga ver com nitidez o caminho a percorrer.

A alegria da coletividade que esperava lá dentro pelo alimento fez aquela formiga superar todas as adversidades da estrada. Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecido diante dos desafios deste planeta de provas e expiações.”

(Autor Desconhecido)

Desejo uma semana iluminada!!!

Com carinho,

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