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Como criar um novo padrão de pensamento, de sentimento ou de comportamento?

O primeiro passo é INTERROMPER o padrão antigo!

Para conseguir visualizar isto, pense num CD de música. Pense: Porque ele toca sempre a mesma música? Porque existe um “padrão” invisível gravado nele.

Assim como é inútil colocar um novo CD ao mesmo tempo em que o outro ainda está tocando, é perda de tempo tentar estabelecer um novo padrão comportamental/emocional, com o padrão antigo ainda funcionando.

Para QUEBRAR o antigo padrão, no momento que se sentir entrando nele, INTERROMPA-O das maneiras mais loucas, exóticas e divertidas que encontrar.

Será como escutar uma música que você nunca mais vai querer escutar de novo.

É como ejetar o CD e começar a arranha-lo vagarosamente, até ter a certeza que aquela música nunca mais irá tocar.

Boa caminhada… boas mudanças!!!

(Tadashi Kadomoto)

Conheço pessoas “sincericidas”. Uma pessoa “sincericida” é aquela que usa da sinceridade absoluta e total no momento errado, no lugar errado, da forma errada, para a pessoa errada, cometendo um verdadeiro suicídio.
Muitas pessoas se gabam de sua sinceridade, sem perceber que a sinceridade absoluta num momento errado e em local inadequado pode ser altamente ofensiva, rude e condenável. Conheço pessoas que perderam muitos amigos e até seus empregos por “atitudes sincericidas”. Conheço pessoas que falam mal de outras ausentes, em público, sem o menor pudor, se dizendo sinceras. Conheço casamentos que poderiam durar, sendo desfeitos por causa de “verdades” ditas em ocasiões erradas, de forma errada, com palavras erradas.
É óbvio que não sou advogado da mentira ou da falsidade. Mas quero chamar a atenção do leitor para o fato de que vivemos em sociedade e há certas coisas que só devem ser ditas para a pessoa certa, na hora certa, no local certo e da maneira certa. Se você tem uma opinião negativa sobre a empresa onde trabalha, sobre seu chefe ou mesmo seu subordinado, não deve sair falando publicamente, por mais que deseja ser verdadeiro e sincero. Conheço chefes que falam muito mal de seus subordinados em rodas de amigos, assim como funcionários que falam mal da empresa em que trabalham a quem queira ouvir.
Um caso típico de “sincericídio” (quando a verdade surge quando não deveria) ocorreu quando um fornecedor colocou na sua rede social da internet comentários desairosos sobre um de seus clientes. Resultado: é claro que perdeu o cliente. Também conheço casos de funcionários que colocaram em suas redes sociais comentários negativos sobre seus colegas de trabalho e acabaram perdendo o emprego. Nos dois casos tudo que foi dito é verdadeiro e sincero, mas não deveria ser postado numa rede social, é claro.
Conheço pessoas “sincericidas” que usam de reuniões para publicar sua sinceridade, criando um clima constrangedor entre os participantes. “Eu sou assim mesmo: sou sincero e falo a verdade”, me disse uma dessas “sincericidas”, conhecida pela falta de educação e ausência de polidez ao tratar com as pessoas.
Pense se você também não é um “sincericida”. Não seja falso, nem mentiroso. Mas pense bem como irá tornar público o seu pensamento. É muito bom que a verdade seja dita e que você seja sincero. Mas faça isso na hora certa, no lugar certo e da forma certa.
Pense nisso!
Autor: Luiz Marins

Desejo uma semana de muito sucesso!

Reflexão

Quem é o seu Amante?
(Jorge Bucay – Psiquiatra e Psicoterapeuta)

” Muitas pessoas tem um amante e outras gostariam de ter um.
Há também as que não tem, e as que tinham e perderam”.
Geralmente, são essas últimas que vem ao meu consultório,
para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:
“Depressão”,
além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.
Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!!!

É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.
Há as que pensam:
“Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas”?!
Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Aquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
“AMANTE” é aquilo que nos “apaixona”,
é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono,
é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.
O nosso “AMANTE ”
é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso “AMANTE”
em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro,
mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura,
na música, na política, no esporte, no trabalho,
na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto…
Enfim, é “alguém!” ou “algo” que nos faz “namorar a vida” e nos afasta do triste destino de”ir levando”!..

E o que é “ir levando”?

Ir levando é ter medo de viver.
É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado
cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão, de que talvez possamos realizar algo amanhã.
Por favor, não se contente com “ir levando”;
procure um amante, seja também um amante e um protagonista
… DA SUA VIDA!

Acredite: O trágico não é morrer, afinal a morte tem boa memória,
e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é desistir de viver…
Por isso, e sem mais delongas, procure um amante…

“PARA ESTAR SATISFEITA(O), ATIVA(O) E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA”.

Desejo uma semana de muita alegria!

Com carinho,

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