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Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme para você, quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade, o respeito, o carinho, o zelo e até mesmo o amor.

Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você. É pequena quando desvia do assunto. Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.

Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês. Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas. Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo. É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.

O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande…

É a sua sensibilidade sem tamanho…

(Shakespeare)

Desejo uma semana abençoada!

Com carinho,

Impulso

“Se impulso fosse garantia de sucesso, o mundo seria dos cangurus.”

Decisões tomadas por impulso são as que mais parecem certas.
Mas infelizmente, pessoas e empresas conhecem na pele os desastres causados por elas.
Mas… Sem impulso, nenhuma ave levanta vôo.
Sem impulso, nenhum avião decola.
Nenhuma bola atravessa o gol.

Por outro lado, nada é mais perigoso para a felicidade e a prosperidade do que decisões tomadas sem pensar.

Veja só:

Quando um jogador vai bater um pênalti, o que ele faz?
Fica ao lado da bola e sai como um louco pra dar um chute na hora em que o juiz apita…

O jogador espera…. Respira fundo… Anda para trás um pouco,
devagar … olha para a barreira… olha para o gol… Deixa a torcida rezando… Calibra a força… , respira fundo novamente… Foca… Calcula o ângulo e…num impulso poderoso arrancar gritos da galera….Chuta!

Existe uma razão para o jogador fazer tudo isso porque se ele seguir esse ritual, tem 1 chance em 4 de fazer o gol . Caso contrário tem 1 chance em 105 (sim, eu disse cento e cinco!)… E estaria fora…

a mesmíssima coisa acontece em sua vida. Cada decisão importante é um pênalti que você chutará para o gol. O que você prefere: 25% de chance de dar certo ou somente 0,95%? Use-os a seu favor.

Ninguém deve tomar uma decisão importante, antes de parar, focar e só então, decidir… o impulso é a última ação, jamais a primeira. Impulso serve para impulsionar, não para decidir.

Quando os impulsos nos controlam, engordamos por comer tudo o que temos impulso em comer, ficamos sem dinheiro por comprar tudo o que temos o impulso em comprar e nos complicamos por fazer escolhas das quais nos arrependemos por muito tempo.

Mas existe um truque para usar o impulso, sem ser usado por ele. Simplesmente, inverta sua sequência de ações, aplicando o impulso depois, bem depois, da sua decisão, jamais antes.

Como diz o ditado, “se impulso fosse garantia de sucesso, o mundo seria dos cangurus.”

Desejo uma semana iluminada!

Quando criança, por causa do meu caráter impulsivo, tinha raiva à menor provocação.
Na maioria das vezes, me sentia envergonhado e tentava consolar a pessoa que eu tinha magoado.
Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva, e me entregou uma folha lisa e pediu para que eu a amassasse. Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. “Agora, deixe-a como estava”, disse o professor. Óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que eu tentasse, o papel continuava cheio de pregas.
O professor, então, afirmou: “O coração das pessoas é como este papel. A impressão que nelas deixamos será tão difícil de apagar como estes amassados”.
Assim, aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro daquele papel amassado.
Quando magoamos alguém com nossas ações ou palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais…
Alguém já disse, certa vez: “Fale somente quando suas palavras possam ser tão suaves como o silêncio. Mas, não deixe de falar, por medo da reação do outro. Acredite, principalmente, em seus sentimentos. Seremos sempre responsáveis pelos nossos atos, nunca se esqueça!”.

Desejo uma semana iluminada!

Um forte abraço,

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