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Feliz Natal!

Desejo a todos vocês que de alguma forma fazem parte de minha vida, um Natal repleto de Felicidades, de Amor e Paz.

Que todos nós tenhamos Paz de Espírito para o discernimento correto de que estamos fazendo aquilo que é justo e correto para nós e nossos semelhantes.

Que tenhamos o prazer de ser útil a alguém. E que o novo ano que já vai começar, seja um ano de muitas transformações e realizações para todos, não só no campo material, mas principalmente em nossa alma, em nosso “eu” interior.

Desejo que todos tenham o que for justo, belo, sereno e louvável para si.

Que neste Natal os anjos desçam do céu e iluminem o seu sorriso para que ele se torne tão sincero quanto o sorriso de uma criança.

E que você transmita paz e o amor a todos aqueles que se aproximarem de você.

Que seus desejos se realizem e você nunca deixe de sonhar com o melhor.

Que boas surpresas aconteçam… e muita saúde e paz!

Feliz Natal e um iluminado 2011!!!

Com carinho,

Você já fez uma reforma na sua casa? Quem já fez sabe o que isso significa. Reformar a casa é sempre um transtorno. Tudo fica fora do lugar. O sofá cede espaço a um monte de areia. Há cimento por toda a parte e o cheiro de tinta se espalha no ar. De pouco adianta o planejamento e os prazos. Sempre surgem vazamentos inesperados, serviços mal feitos e outros imprevistos que aumentam o orçamento e o tempo para terminar a obra. Para evitar aborrecimentos, há quem prefira passar a vida sem qualquer mudança, optando por se acomodar às falhas e imperfeições. Mas quem se aventura a enfrentar o desafio recebe, como recompensa, mais conforto e muito prazer.
Nossa vida é como nossa casa. Um lar que podemos manter como está, ou então, reformar, aumentar, redecorar, por abaixo se for preciso, para reconstruir um jeito melhor. Colocar a vida em obras é também um grande transtorno, com um agravante: você não pode abandoná-la temporariamente, hospedando-se em outro lugar. Tem que aprender a conviver com a areia, o cimento, a dividir o seu espaço com o pedreiro, o pintor, a desviar de tijolos, dormir com cheiro de tinta, e trabalhar normalmente, ao som do martelo e da serra. Como se não bastasse, vai chegar a um ponto em que, ao contemplar tudo isso, você vai ter a nítida sensação de que a desordem não terá fim, e amargará o dia em que decidiu abandonar a comodidade do óbvio para buscar novos horizontes, usando a vocação e os talentos que Deus lhe deu. Mas, aos poucos, tudo vai tomando forma. O que foi projeto ganha contornos de lar resplandecente, novo. Angústias e aborrecimentos ficam no passado e a realidade nova é digna de se admirar. Por maior que seja a dificuldade de perseguir um sonho, maior ainda é a alegria de vê-lo se concretizar.

Com carinho,

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!

E o velho respondeu:
Calma, não cheguem a tanto.
Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.

Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele tinha fugido para a floresta. Na volta, trouxe uma dúzia de cavalos selvagens com ele.
As pessoas se reuniram de novo e disseram:
Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.

E o velho disse:
Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma benção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta…

O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.

As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
E não é que você tinha razão, velho?
Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:

Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein?
Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção…

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
E os que foram para a guerra, morreram…

Quem é obcecado por julgar cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação.
E isso leva a conclusões precipitadas.

Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa.
Quando uma porta se fecha, outra se abre…

As vezes enxergamos apenas a desgraça, e não vemos a benção que ela nos traz…

Com carinho,

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