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Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei a meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

- Ora, ele respondeu, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando para intimidar, tratando o próximo com grosseria, de forma inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz…

Autor desconhecido

Vá em frente. Seja feliz agora. Não há por que economizar sua felicidade para o futuro. Ser feliz agora não significa que você não possa ser também no futuro. Na verdade, ser realmente feliz aumenta suas chances de continuar feliz.

Não existe um motivo para esperar as coisas melhorarem. Muitas pessoas, com muito menos que você, são felizes. Aliás, as coisas provavelmente nunca vão melhorar se você não melhorá-las.

Ser feliz não significa ser frívolo.Você pode estar alegre e ainda ser sério e disciplinado. Ser feliz tem mais a ver com aproveitar onde você está e o que está fazendo, em vez de lutar contra isso. E já sabemos que tudo que é feito com alegria é feito melhor.

A felicidade é um estado de espírito, uma atitude que você pode tomar sempre que quiser. Existem muitas coisas que terá de fazer hoje. Faça-as com alegria e veja se essas tarefas não ficam mais fáceis e seus resultados não melhoram. Vá em frente. Levante a cabeça e sorria. Escolha viver com alegria e você estará no topo do mundo.

Revista Motivação

Nele mora um povo especial: legisladores, educadores, técnicos, gente que cuida do pessoal.

Gente que recruta, seleciona e contrata, também paga, desconta e aposenta. Povo que cuida da saúde, do alimento, providencia o transporte, cuida de quem bebe, de quem fuma, de quem tem problemas e pendências. Povo que treina, desenvolve e recicla, que briga pelo salário e pelo benefício, conversa com o sindicato e com a direção. Fiel da balança entre o Capital e o Trabalho. Cuida de um, pensando no outro.

Gente que apesar de tanta função, prática e burocrática, sonha e procura conectar a alma das pessoas, reinventar a motivação, resgatar o brilho no olhar, gente que acredita no ser humano e garimpam talentos. Seu grande desafio é fazer o concreto e sonhar com o abstrato, receber na chegada e desligar na saída, satisfazer o empregado e o patrão, um olho na missa e outro no padre, tempo para educar e tempo para ajudar a corrigir comportamentos. Plural e Singular.

A sina do RH é atuar na contradição, ser empregado esquecendo que é, ser patrão lembrando que não é. Chamam este País e seu povo de Recursos Humanos, alguns dizem que chamar o homem de recurso não pega bem, inventaram Departamento de Gente, Setor de Pessoas, Gestão de Pessoas, nomenclaturas onde o que conta são as posturas.

Polêmicas e contradições à parte, eu sei que para ser RH é preciso vocação, trabalhar como missão, exercer o ofício com sensibilidade e razão. Ter nervos de aço, ser régua e ser compasso.

Autor desconhecido

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